Sentir insônia poética é tentar dormir e acordar nas rimas. É no silêncio da madrugada que os barulhos no pensamento acordam os poemas.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

À Clarice

Prefiro a palavra solta, não aprisiono meu mundo.
Exalto a entrelinha, é sempre o endereço incerto para encontrar o eu-mutante.

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